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Servidores relatam aumento de até 109% nos planos do Imasf e números de cancelamentos crescem

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Na última semana, as filas no Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo (Imasf) de São Bernardo do Campo vem chamando muito a atenção de quem frequenta a autarquia. O motivo: aumentos que chegam a até 109% em alguns planos ofertados pelo Imasf.

A novidade, também, é que as novas tabelas dos planos médicos da autarquia agora têm “coparticipação” de seus sócios. Em outras palavras, isso significa mais gastos para o servidor municipal, pois, em caso de exames e cirurgias, os associados terão de arcar com uma parcela dos custos.

No site do Imasf, assim que o navegador carrega a página aparece uma mensagem em letras garrafais com o seguinte alerta: consulte a tabela de coparticipação. Outra, logo abaixo, informa: novas regras para solicitação de autorizações para cirurgias eletivas e exames em geral.

Agora, o servidor pagará 30% do valor da consulta, exames variam de R$ 25 a R$ 80 e, em caso de internação, por vez utilizada, R$ 150.

Estas novas regras, aprovadas pelo prefeito Orlando Morando (PSDB), têm levado várias pessoas a cancelarem seus planos, já que incluem, por exemplo, cobranças de consultas, exames e internações sempre que forem utilizados.

“Por aqui, no Imasf, a revolta é grande contra o prefeito Orlando Morando. A fila começa antes das 6h. Tem até vendedor de plano de saúde oferecendo propostas”, disse um associado que foi até a sede da autarquia cancelar seu plano.Os planos médicos do Imasf são destinados a servidores da ativa, inativos e ex-funcionários da Prefeitura de São Bernardo do Campo.

Crédito da foto: Gabriel Inamine/PMSBC

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