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Haddad e Bolsonaro estão no segundo turno. Os outros derreteram!

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As últimas pesquisas mostram claramente que está polarizada entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) a corrida presidencial. Todas as pesquisas vão na mesma direção. Segundo os levantamentos, Bolsonaro mantem-se na liderança, oscilando um crescimento entre 2% e 3%. Já Haddad, dispara em todas. Ciro resisti. Alckmin, o candidato que em 2006 havia tido menos votos no segundo turno do que teve no primeiro, agora consegue jogar fora todo o tempo de TV e empaca. Marina, até que enfim, perceberam que ela não tem nada a oferecer. Amoêdo só quer representar os bancos. Meirelles é o riquinho que virou candidato só pra brincar e pôr no currículo.

E como tem sido o tratamento dado pela imprensa aos candidatos? Mais do mesmo, fazendo a sua parte no jogo. O eleitor assiste ao grupo Globo tentando impedir de todas as formas a ascensão de Haddad. A revista estampou Alckmin na capa e nada mudou em sua intenção de voto. O próximo foi Ciro Gomes, com texto de Merval o elogiando na tentando de fazê-lo deslanchar nas pesquisas, mas não vai dar em nada.

Só na última sexta-feira a Folha destrinchou a sua pesquisa e pôde-se ver claramente que 33% dos eleitores dizem que vão votar no candidato indicado por Lula. Outros 16% dizem que “podem votar” nesse candidato. Estes talvez sejam os números mais importantes da pesquisa. Não tem para Alckmin nem para Ciro Gomes.

A verdade é uma só. A estratégia adotada pelo PT junto com Lula está se mostrando absolutamente correta em tudo. Desde que o ex-presidente recebeu voz de prisão em 5 de abril (quinta-feira), passando pela resistência no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a prisão, as visitas na Policia Federal, as cartas enviadas para todo mundo, os recados para o povo brasileiro, suas ações mostram um acerto que poucos políticos conseguem fazer.

Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aderiu à campanha do “Ele não”. Com o golpe contra Dilma Rousseff e a democracia brasileira, o PSDB foi o partido que mais perdeu e deve sair das eleições de outubro fazendo uns poucos governadores, deputados e senadores, mas não será mais protagonista da política. Conforme já afirmam seus fundadores, a “vaca foi para o brejo”.

Preparem-se. O segundo turno será, no mínimo, eletrizante.

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