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Depois de 2 secretários de Orlando investigados por corrupção, vice Marcelo Lima é acusado de comprar apoio por R$ 30 mil em espécie

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Mais uma vez, o governo do prefeito Orlando Morando (PSDB) está envolvido em denúncias de corrupção. Desta vez, o caso envolve o nome do vice-prefeito de São Bernardo do Campo, Marcelo Lima (PSD). De acordo com denúncia de Carolina Nunes Petrolini, assessora parlamentar do deputado federal Alex Manente (PPS-SP), à Polícia Civil de São Bernardo, Marcelo Lima lhe entregou R$ 30 mil em espécie com o objetivo de comprar o seu apoio ao grupo político do vice-prefeito, que deve concorrer a uma vaga à Câmara dos Deputados.

A assessora entregou à polícia o seu celular e as cédulas. A negociação para a entrega do valor estaria registrada no aparelho. A denúncia foi apresentada pela assessora parlamentar em 19 de junho. Na ocasião, ela declarou não ter aceitado a oferta por desconhecer a origem do dinheiro. Existe a suspeita de que mais políticos (e um grande influente) estão envolvidos.

O vice-prefeito Marcelo Lima nega as acusações e afirma nunca ter entregue dinheiro para a assessora de Alex Manente. “É uma história montada, é inverídica. Jamais levei nenhum real à casa dela nem de ninguém. Repudio qualquer tipo de informações inverídicas que envolvam meu nome e minha honra. Tomarei atitudes jurídicas”, disse.

Imagem interna de vídeo de prédio mostra o vice-prefeito Marcelo Lima

Em 9 de maio, de 2018, a Polícia Federal deflagrou a operação Prato Feito para combater fraudes em licitações e desarticular cinco quadrilhas suspeitas de desviarem recursos transferidos pela União para a merenda escolar. O relatório da Polícia Federal implica um homem forte do governo Orlando Morando: Carlos Roberto Maciel, então secretário de Coordenadoria de Assuntos Governamentais.

 

Em 31 de outubro do ano passado, o vereador e então secretário de Gestão Ambiental, Mario Henrique de Abreu, o diretor de Licenciamento, Sergio de Sousa Lima, e o chefe de Seção, Tiago Alves Martinez, foram alvos de operação pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e concussão. Ao todo, a operação envolveu sete pessoas por suspeitas, por exemplo, de vendas de sentenças ambientais e outros tipos de corrupção. Veja a reportagem.

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