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A margarina de João Doria em São Paulo

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Muita gente se surpreendeu com a notícia de que a Prefeitura Municipal de São Paulo iria doar 23 toneladas de margarina, que estão para estourar o prazo de validade, nos próximos dias. Alguém comprou a mais do que deveria, fala-se em falha, outros querem saber a marca, afinal pode ter havido interesse em beneficiar alguém. Esta notícia é mais uma de várias que estão vindo à tona agora mesmo em São Paulo.

Nesta quarta-feira (13), acaba o prazo para licitar o transporte público na cidade. Venceu o contrato antigo e a Prefeitura não conseguiu fazer um novo. O Tribunal de Contas Municipal (TCM) elencou cerca de 90 itens irregulares e suspendeu a licitação. Houve pouco debate na cidade e as sugestões apresentadas foram rejeitadas pelo prefeito João Doria, que com sua arrogância habitual despreza a opinião de usuários em tudo.

A mesma coisa aconteceu com a Reforma Administrativa que Doria fez ao chagar à Prefeitura. Foi rejeitada pela Justiça e terá de voltar tudo ao que era antes do decreto dele. A mudança só poderia ocorrer por meio de lei, aprovada pela Câmara Municipal de São Paulo. Câmara aliás na qual o então prefeito tinha maioria, mas a arrogância falou mais alto e o projeto não foi enviado ao Legislativo. Agora, tudo terá de ser refeito.

Estes são três pequenos exemplos de como não pode agir um homem público, que continua dizendo não ser político, e sim gestor. Tenho medo desta gestão, que despreza normas, leis e sugestões de usuários, sinais claros de autoritarismo, desmando e incompetência.

Tudo aliado ao fato de que Doria não tem palavra. Iria ficar os 4 anos na Prefeitura e saiu com 15 meses. Agora está candidato a governador, caindo nas pesquisas, com fortíssima rejeição na cidade de São Paulo, mas na surdina está aguardando o que vai acontecer com o seu padrinho Alckmin, que não decola nas pesquisas nem com reza brava. Especula-se que o ex-prefeito está tramando um bote, para tirar o padrinho e ser ele o candidato a Presidente, pela direita.

Um homem sem palavra, sem capacidade de gestão, como se viu acima, e puxando o tapete do seu padrinho não reúne condições de ser bom administrador em nenhuma função. Que o povo de São Paulo aposente a ele e a Alckmin no dia 7 de outubro.

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