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Procuradoria defende que Supremo mantenha prisão do prefeito Atila Jacomussi

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ontem (4) um parecer ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes defendendo a manutenção da prisão preventiva do prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB).  O socialista está preso desde o dia 9 de maio após policiais federais terem encontrado R$ 87 mil em sua casa pelo âmbito da Operação Prato Feito, que investiga desvios de recursos para a compra de merenda escolar.

No parecer, o subprocurador-geral da República Edson Oliveira de Almeida disse não concordar com a defesa protocolada pelo advogado do prefeito, Daniel Bialski, que no pedido de habeas corpus alega ser a prisão preventiva infundada e constrangedora.

A análise da PGR é um procedimento padrão para um ministro relator do STF decidir sobre um pedido de habeas corpus.  Com o parecer enviado ao Supremo, a expectativa é de que a decisão do ministro Gilmar Mendes sobre a soltura ou manutenção da detenção de Atila saia nos próximos dias.

Detido no presídio de Tremembé, o prefeito afastado Atila Jacomussi é citado pela Operação Prato Feito, que investiga o esquema de corrupção de empresas com 30 prefeituras paulistas, nos serviços de merenda, uniformes escolares e materiais didáticos. Junto com ele, foi preso também o seu ex-secretário de Governo e de Transportes João Gaspar (PCdoB), após a polícia ter apreendido de R$ 588,4 mil e € 2,9 mil – soma de R$ 601,2 mil – sem origem clara.

Nesta terça-feira (5), a Câmara de Mauá analisará o pedido de abertura de processo de impeachment, protocolado há uma semana por vereadores da Rede Sustentabilidade.

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