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Mesmo preso, Lula lidera corrida presidencial em todos cenários, aponta Datafolha

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Pesquisa de intenção de voto para as eleições presidenciáveis deste ano mostra que mesmo preso, por determinação do juiz Sérgio Moro, o ex-presidente Lula (PT) continua liderando e está muito à frente de todos os outros pré-candidatos. Nos cenários em que Lula aparece como candidato, seus índices são praticamente o dobro do segundo colocado, aponta o Datafolha divulgado neste domingo (15).

Com o candidato do MDB sendo Henrique Meirelles, Lula aparece com 31%, seguido por Jair Bolsonaro (PSL), 15%, e Marina Silva (Rede), 10%. Em seguida, vêm Joaquim Barbosa (PSB), 8%, Geraldo Alckmin (PSDB), 6%, Ciro Gomes (PDT), 5%, Alvaro Dias (Podemos), 3%, e Manuela D’Ávila (PC do B), 2%. Fernando Collor de Mello (PTC), Rodrigo Maia (DEM) e Henrique Meirelles (MDB) aparecem com 1% cada. Os demais não pontuaram neste cenário.

Segundo o Datafolha, os entrevistados concordam que o ex-presidente Lula deve ser candidato à Presidência da República mesmo condenado em segunda instância. Segundo a legislação eleitoral, os partidos têm até 15 de agosto para registrar as suas candidaturas. A partir daí, começa a correr prazo de cinco dias para que algum interessado possa fazer um pedido de impugnação da candidatura. A decisão, então, ficará a cargo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Uma das questões apresentadas aos eleitores era se Lula deveria ou não ser impedido de concorrer às eleições. Para 50%, o ex-presidente Lula deveria disputar as eleições, já para 48%, não. A pesquisa foi realizada com mais de 4 mil eleitores de 227 municípios, entre os dias 11 e 13 de abril.

Geraldo Alckmin patina – A pesquisa Datafolha também mostra o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin com dificuldades e não aparece em nenhum dos cenários com chances de chegar ao segundo turno. Em nenhuma das simulações, o tucano supera os 8%, seu melhor índice, tendo sempre em torno da metade das intenções de voto do segundo colocado.

Entre os eleitores paulistas, o Datafolha aponta que Alckmin deixou o governo com 36% dos pesquisados qualificando sua gestão como boa ou ótima. Bem abaixo dos 66% de quando deixou o Palácio dos Bandeirantes para disputar o pleito presidencial de 2006, na época derrotado por Lula.

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