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Atila Jacomussi ganha tempo para impedir paralisação de coleta de lixo em Mauá

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O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), marcou para esta segunda-feira (18) uma reunião com representantes da empresa Lara Central de Tratamento de Resíduos Ltda. para negociar a dívida de R$ 13,2 milhões e, assim, impedir que empresa paralise os serviços de coleta e destinação do lixo na cidade. Na quarta-feira (13), a terceirizada enviou notificação à Prefeitura estabelecendo prazo de 48 horas para quitação dos débitos em atraso. Como o prazo expirava na tarde de sexta-feira, a gestão de Atila agiu rapidamente para impedir a interrupção dos serviços.

O secretário de Governo, João Gaspar (PCdoB), abrirá a negociação com a empresa, de propriedade de Wagner Damo, a fim de impedir a suspensão dos trabalhos de limpeza urbana. A empresa alega que a Prefeitura de Mauá está com cinco mensalidades atrasadas. O prefeito já disse que não tem dinheiro no caixa da Prefeitura de Mauá para quitar os valores em atraso e explicou que, neste mês, a administração tem de arcar com o pagamento do 13º salário de todos os servidores do município.

A saída encontrada pelo chefe do Executivo é a criação da taxa do lixo para manter os compromissos financeiros do Paço em dia com a Lara. Entretanto, o governo ainda não conta com o apoio dos vereadores da base aliada. Diante disso, o Atila ainda tenta convencer os parlamentares relutantes do bloco de sustentação para votar a proposta ainda neste ano, a fim de a taxa de lixo entrar em vigor a partir de 2018. Para que a votação ocorra, será preciso levantar o recesso do Legislativo na próxima semana. Por esse motivo, o prefeito solicitou aos vereadores que não viajassem até que essa questão fosse resolvida.

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