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Denúncia de saúde pública: “Estamos sem saída e sem saber a quem recorrer”

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“Em setembro, meu filho de cinco anos quebrou o braço. Eu o levei para o Pronto-Socorro Central, de São Bernardo do Campo, onde o ortopedista puxou o braço para recolocar no lugar, como não ficou 100%, ele providenciou os papéis para a operação.

Meu filho ficou internado uma semana à espera da vaga para a cirurgia, em um quarto sem janela, ar-condicionado e com outras oito crianças doentes. Recorri às prefeituras de São Bernardo e de Santo André, Conselho Tutelar, Ouvidoria etc., mas sem sucesso.

Até que uma tia conseguiu puxar a vaga dele para o Hospital Serraria, de Diadema. Agradeci a ela até ter outra surpresa. No Serraria, meu filho ficou mais três dias internado até que a equipe de ortopedista o operou.

Como não me disseram qual o procedimento foi realizado, paguei uma consulta com ortopedista particular e a realização de um exame de Raio-X para outro ortopedista me falar que, na cirurgia, foram colocados em seu braço dois pinos, um no lugar certo e o outro no lugar errado. O resultado: o osso cicatrizou e ficou torto.

Estamos nos sentindo sem saída e sem saber a quem recorrer.”

Tati Soares – Moradora do Bairro Cooperativa

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